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O que é cirurgia refrativa O que é PRK Quem pode fazer Como é o procedimento Recuperação Riscos e limitações Avaliação e agendamento FAQ

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O que é cirurgia refrativa?

A cirurgia refrativa é um procedimento oftalmológico realizado para corrigir erros de refração, como miopia, hipermetropia e astigmatismo. O objetivo é reduzir (e em muitos casos eliminar) a necessidade de óculos ou lentes de contato, quando existe indicação segura.

Na OFTALMOSERV, a avaliação é individualizada, considerando grau, estabilidade, espessura/forma da córnea, saúde ocular e rotina do paciente.

O que é PRK?

O PRK (PhotoRefractive Keratectomy) é uma técnica de cirurgia a laser que atua remodelando a superfície da córnea para melhorar o foco da luz na retina.

A indicação (PRK vs outras técnicas) depende de parâmetros como espessura corneana, topografia, grau e perfil de segurança. Isso é definido na consulta com exames.

Quem pode fazer cirurgia refrativa?

A confirmação de elegibilidade é feita com avaliação completa e exames.

Como é o procedimento PRK?

Em linhas gerais, o PRK pode envolver:

  1. Colírios anestésicos para conforto;
  2. Preparação da camada superficial da córnea;
  3. Aplicação do laser conforme o planejamento;
  4. Lente de contato terapêutica nos primeiros dias para ajudar no conforto;
  5. Revisões no pós-operatório e uso de colírios prescritos.

Quando indicado, a cirurgia é realizada em centro cirúrgico parceiro, com estrutura adequada, e seguimento com os médicos da OFTALMOSERV.

Recuperação e cuidados

O acompanhamento é essencial para monitorar cicatrização e ajustar condutas.

Riscos e limitações

Toda cirurgia tem riscos e limitações, e por isso a avaliação e os exames são decisivos. Entre os fatores que influenciam segurança e resultado estão:

Em consulta, a equipe explica benefícios, limitações e condutas alternativas quando necessário.

Avaliação e agendamento na OFTALMOSERV

A indicação é feita pelos oftalmologistas da OFTALMOSERV, com análise de exames e histórico ocular. Quando indicado, a cirurgia é realizada em centro cirúrgico parceiro (OftalmoCenter Ribeirão Preto).

Conteúdo informativo. A avaliação médica é indispensável para definir indicação e segurança.
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Perguntas frequentes (FAQ)

A indicação depende do grau, estabilidade, espessura/forma da córnea e exames. A confirmação é feita em consulta, com avaliação individual.

Nos primeiros dias pode haver desconforto e visão mais embaçada. A melhora costuma ser progressiva ao longo das semanas, com uso de colírios e acompanhamento.

Muitos pacientes reduzem bastante a dependência, mas o resultado varia. Em alguns casos pode haver necessidade de óculos em situações específicas ou retoque.

Algumas condições podem contraindicar ou exigir cautela, como alterações importantes da córnea, inflamações ativas e critérios de segurança nos exames.
RESPOSTAS CLÍNICAS DIRETAS

Perguntas que merecem uma resposta precisa

Respostas curtas para pacientes, seguidas do contexto que evita simplificações. A interpretação individual depende do exame oftalmológico.

PRK é melhor que LASIK?

Resposta direta: Não existe uma técnica universalmente melhor. PRK e LASIK têm perfis diferentes de recuperação, anatomia corneana, superfície ocular e risco. [1] [2] [3]

LASIK costuma oferecer recuperação visual mais rápida; PRK não cria flap e pode ser preferido em alguns perfis. A decisão depende de tomografia, espessura corneana, grau, superfície ocular, estilo de vida e outros fatores.

Córnea fina significa que PRK é automaticamente seguro?

Resposta direta: Não. Espessura é apenas uma parte da avaliação de risco. [1] [2]

Tomografia, padrão de curvatura, espessura residual prevista, magnitude do tratamento, idade e sinais de ectasia precisam ser integrados. Em alguns olhos finos PRK pode ser considerado; em outros, qualquer cirurgia corneana a laser pode ser inadequada.

PRK elimina o grau para sempre?

Resposta direta: Não há garantia de estabilidade refrativa para toda a vida. [1]

O resultado pode ser duradouro, mas regressão, mudanças naturais do olho e presbiopia com a idade podem alterar a necessidade de correção visual no futuro.

PRK pode causar olho seco?

Resposta direta: Pode ocorrer desconforto e alteração da superfície ocular no pós-operatório, especialmente no período inicial. [1] [2]

A avaliação pré-operatória do filme lacrimal e da superfície ocular é importante. Recomendações atuais sugerem que procedimentos de superfície podem ter menor impacto persistente no olho seco do que LASIK em determinados perfis, mas a escolha continua individual.

PÁGINA-PILAR • APROFUNDAMENTO CLÍNICO

Aprofundamento: PRK, indicação e segurança corneana

PRK é uma cirurgia refrativa de superfície: o laser remodela o estroma corneano após remoção do epitélio. O resultado depende menos do “nome da técnica” e mais da seleção pré-operatória, regularidade da córnea, estabilidade do grau, superfície ocular e qualidade do planejamento.

Quem é candidato

A avaliação inclui refração estável, topografia/tomografia, paquimetria, tamanho pupilar quando relevante, superfície ocular, histórico de doenças e medicamentos e expectativas. Córnea fina isoladamente não define segurança; distribuição da espessura e sinais tomográficos de ectasia são fundamentais.

PRK x técnicas com flap

PRK evita a criação de flap corneano e preserva mais tecido anterior, mas costuma ter mais desconforto e recuperação visual inicial mais lenta. Técnicas diferentes podem ser adequadas para perfis diferentes; não existe uma técnica superior em todos os pacientes.

Haze, olho seco e regressão

Cicatrização da superfície pode levar a haze em situações específicas; olho seco pode aparecer ou piorar temporariamente; e algum erro refrativo residual ou regressão pode ocorrer. Esses riscos são modulados por grau tratado, biologia individual, superfície ocular e cuidados pós-operatórios.

Consenso x controvérsia

Consenso: seleção e tomografia corneana são centrais; estabilidade refrativa e consentimento informado são obrigatórios. Em evolução: faixas ideais para técnicas de superfície, personalizações guiadas por topografia/aberrometria e critérios de segurança em córneas limítrofes.

Conteúdo para pacientes baseado em diretrizes e revisões científicas. A decisão diagnóstica ou terapêutica depende do exame individual.

BASE CIENTÍFICA ATUALIZADA

O que a evidência atual mostra

Seleção pré-operatória é parte central da segurança da cirurgia refrativa. Além do grau, devem ser avaliadas estabilidade refrativa, topografia/tomografia, paquimetria, superfície ocular e fatores de risco para ectasia; a técnica é escolhida após integrar esses dados. [1] [2]

Síntese em linguagem para pacientes; não representa recomendação individual de tratamento.

TRANSPARÊNCIA MÉDICA E EDITORIAL

Quem está por trás deste conteúdo

Conteúdo educativo publicado pela OFTALMOSERV com revisão bibliográfica institucional, referências científicas explícitas e política editorial pública. Os médicos abaixo integram o corpo clínico da OFTALMOSERV; esta identificação não significa revisão nominal individual desta página, salvo quando isso for declarado expressamente.

Identificação institucional: OFTALMOSERV Freitas Paccola Clínica Médica Ltda. • CNPJ 04.524.107/0001-90 • CNES 5101751.

Referências científicas e diretrizes
  1. Refractive Surgery Preferred Practice Pattern®. Jacobs DS et al.; American Academy of Ophthalmology. Ophthalmology, 2022. DOI: 10.1016/j.ophtha.2022.10.032. Fonte.
  2. Corneal Ectasia Preferred Practice Pattern®. Jhanji V et al.; American Academy of Ophthalmology. Ophthalmology, 2024. DOI: 10.1016/j.ophtha.2023.12.038. Fonte.
  3. ESCRS Recommendations for Refractive Surgery — concept version. European Society of Cataract and Refractive Surgeons (ESCRS). ESCRS evidence-based recommendations, 2026. Fonte.
  4. Photorefractive keratectomy in patients with thin corneas: systematic review and meta-analysis of clinical outcomes and complications. Systematic review and meta-analysis. Indexed in PubMed, 2025. Fonte.
  5. Post-refractive Surgery Dry Eye: A Systematic Review Exploring Pathophysiology, Risk Factors, and Novel Management Strategies. Dossari SK. Cureus, 2024. DOI: 10.7759/cureus.61004. Fonte.

Referências selecionadas por relevância para o tema e atualidade. Diretrizes orientam boas práticas gerais e não substituem decisão clínica individual.

Área profissional e acadêmica

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