Clínica de Oftalmologia em Ribeirão Preto e Cajuru – OFTALMOSERV
Uma das dúvidas mais comuns sobre cirurgia refrativa é se o PRK dói e como é o período de recuperação. É importante entender que o PRK é uma técnica segura e amplamente utilizada, mas que exige um pouco mais de paciência nos primeiros dias. Diferente do LASIK, em que a recuperação costuma ser muito rápida, no PRK a superfície da córnea precisa se regenerar após o procedimento, o que pode causar desconforto temporário.
Nos primeiros dias é esperado sentir sensação de areia nos olhos, ardência, sensibilidade à luz e visão mais embaçada. O oftalmologista prescreve colírios específicos, analgésicos e orientações detalhadas para tornar esse período o mais tranquilo possível. O uso de óculos escuros, evitar ambientes muito claros e não coçar os olhos são cuidados fundamentais para uma boa cicatrização.
Ao longo das semanas, a visão vai se tornando mais nítida, e muitas pessoas voltam às atividades habituais em poucos dias, seguindo as recomendações médicas. Apesar da recuperação um pouco mais lenta, o PRK é uma excelente opção para quem tem córnea fina, pratica esportes de contato ou apresenta características que tornam o LASIK menos indicado.
Na OFTALMOSERV, o paciente recebe acompanhamento próximo em todas as etapas: avaliação pré-operatória, dia da cirurgia e consultas de retorno. Isso garante segurança, tranquilidade e a possibilidade de esclarecer dúvidas em cada fase do processo, sempre com foco no melhor resultado visual a longo prazo.
O que a evidência atual mostra
No PRK, o epitélio da córnea é removido e precisa se regenerar, por isso desconforto e recuperação visual inicial costumam ser mais lentos que em técnicas com flap. A recuperação não é igual para todos: grau tratado, superfície ocular, cicatrização e adesão às orientações pós-operatórias influenciam o tempo até estabilização visual. [1] [2]
Síntese em linguagem para pacientes; não representa recomendação individual de tratamento.
Referências científicas e diretrizes
- Refractive Surgery Preferred Practice Pattern®. Jacobs DS et al.; American Academy of Ophthalmology. Ophthalmology, 2022. DOI: 10.1016/j.ophtha.2022.10.032. Fonte.
- Dry Eye Syndrome Preferred Practice Pattern®. Amescua G et al.; American Academy of Ophthalmology. Ophthalmology, 2024. DOI: 10.1016/j.ophtha.2023.12.041. Fonte.
Referências selecionadas por relevância para o tema e atualidade. Diretrizes orientam boas práticas gerais e não substituem decisão clínica individual.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a avaliação presencial com o oftalmologista. Em caso de dúvidas ou sintomas, agende uma consulta na OFTALMOSERV em Ribeirão Preto ou Cajuru.