Casos multimodais • raciocínio progressivo48 casos • 8 módulos • atualização 28/08/2026
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OFTALMOSERV AcademiaCasos clínicos multimodais
ETAPA 22 • INTEGRAÇÃO CLÍNICA

Casos clínicos multimodais em oftalmologia

O estudante recebe um contexto clínico, interpreta um primeiro exame, decide o que ele muda na hipótese e só então recebe a segunda modalidade para integrar o caso.

48 casos autorais2 checkpoints por caso96 decisões comentadasSem upload e sem dados pessoais
COMO FUNCIONA

História → exame 1 → atualização da hipótese → exame 2 → integração

O objetivo não é decorar imagens isoladas. Cada caso força a perguntar qual dado realmente muda a hipótese, qual modalidade responde melhor à dúvida e onde pode existir discordância ou artefato.

Transparência visual: todos os gráficos são esquemas sintéticos gerados por código. Não são exames de pacientes, não simulam um equipamento específico e não devem ser usados para decisão clínica individual.

Escolha um módulo

Treino misto

O modo abaixo sorteia entre as oito áreas, priorizando casos nunca vistos e depois os menos vistos há mais tempo. Apenas um caso é mantido no DOM por vez.

Carregando treino multimodal…

Exemplos indexáveis

Caso 01 — Membrana epirretiniana com correlação estrutural

Contexto: Adulto com metamorfopsia progressiva e redução discreta da visão central.

Retinografia esquemática: Brilho e pregueamento macular discretos, sem hemorragia extensa.

OCT macular: Linha hiper-refletiva superficial, enrugamento e perda parcial do contorno foveal.

Integração: A combinação de pregueamento macular e OCT com membrana superficial/distorção sustenta membrana epirretiniana.

Diferencial: Tração vítreo-macular focal e pseudoburaco podem compartilhar distorção foveal.

Armadilha: Não usar apenas espessura central para estimar impacto funcional.

Caso 02 — Microaneurismas sem edema macular evidente

Contexto: Pessoa com diabetes em rastreamento, sem queixa visual importante.

Retinografia esquemática: Poucos microaneurismas puntiformes, sem exsudatos extensos.

OCT macular: Arquitetura foveal preservada e ausência de cavidades no esquema.

Integração: A presença de lesões retinianas não implica edema macular; os dois eixos devem ser descritos separadamente.

Diferencial: Outras microangiopatias podem produzir pontos hemorrágicos; contexto sistêmico importa.

Armadilha: Não usar acuidade visual normal para dispensar avaliação retiniana.

Caso 03 — Defeito inferior de RNFL e arco superior

Contexto: Paciente com escavação suspeita e PIO repetidamente elevada.

OCT RNFL/GCC esquemático: Afinamento predominante inferior no mapa estrutural.

Campo visual esquemático: Defeito arqueado superior respeitando a linha horizontal no esquema.

Integração: RNFL inferior e arco superior são topograficamente concordantes e aumentam a confiança na interpretação glaucomatosa.

Diferencial: Neuropatias não glaucomatosas e artefatos podem imitar setores de afinamento.

Armadilha: Nunca classificar progressão por um único exame isolado.

Caso 04 — Hemianopsia bitemporal e via quiasmática

Contexto: Paciente com dificuldade de perceber objetos nos campos temporais de ambos os olhos.

Campo visual esquemático: Perda temporal bilateral respeitando meridiano vertical no esquema.

OCT RNFL/GCC esquemático: Alteração estrutural compatível com perda de fibras cruzadas no esquema didático.

Integração: Campo e estrutura devem ser lidos segundo anatomia da via visual, não apenas segundo bancos normativos.

Diferencial: Artefato de campo e neuropatias ópticas bilaterais.

Armadilha: A localização neuroanatômica orienta investigação; o esquema não identifica etiologia específica.

Caso 05 — Ceratocone: encurvamento inferior e afinamento deslocado

Contexto: Jovem com aumento de astigmatismo, piora da melhor acuidade e hábito de coçar os olhos.

Topografia/tomografia esquemática: Assimetria e encurvamento inferior no mapa.

Paquimetria esquemática: Ponto mais fino deslocado inferiormente no esquema.

Integração: Encurvamento assimétrico + afinamento deslocado aumentam a coerência para ectasia corneana.

Diferencial: Warpage por lente de contato e artefatos de superfície.

Armadilha: Não usar um índice isolado; revisar qualidade, elevação, espessura e série temporal.

Caso 06 — Biometria em olho curto com córnea regular

Contexto: Paciente com catarata e comprimento axial curto, buscando planejamento refrativo previsível.

Biometria esquemática: Comprimento axial curto no cenário didático; medidas internamente consistentes.

Topografia esquemática: Astigmatismo regular e mapa simétrico no esquema.

Integração: O segundo exame reduz uma fonte de incerteza ao mostrar córnea regular; o comprimento axial extremo continua sendo fator crítico.

Diferencial: Erro de fixação, medida axial e superfície ocular.

Armadilha: Não transformar um caso didático em recomendação de fórmula ou potência específica.

Caso 07 — Oclusão de ramo venoso com edema macular

Contexto: Paciente com perda visual setorial/subaguda e fatores de risco vasculares.

Retinografia esquemática: Hemorragias setoriais seguindo distribuição de um ramo venoso.

OCT macular: Cavidades intrarretinianas e espessamento no território macular.

Integração: O fundo identifica o evento vascular e o OCT quantifica/qualifica o envolvimento macular no esquema.

Diferencial: Retinopatia diabética setorial e outras causas de edema.

Armadilha: Não confundir o diagnóstico vascular com a decisão terapêutica, que depende de avaliação real.

Caso 08 — Disco glaucomatoso + RNFL + campo concordantes

Contexto: Paciente com aumento de escavação e assimetria vertical.

Fundo/disco esquemático: Escavação aumentada com adelgaçamento focal da rima no esquema.

OCT RNFL/GCC esquemático: Afinamento inferior correspondente ao setor de rima suspeito.

Integração: A integração correta usa topografia do disco e RNFL; o campo deve ser consultado para estrutura-função.

Diferencial: Miopia, discos inclinados e variações anatômicas.

Armadilha: Escavação grande isolada não equivale a glaucoma.

Segurança e resistência a abuso

Sem backend de provaNão há endpoint de respostas, sessão em servidor ou banco de dados para o simulador. O servidor entrega arquivos estáticos.
Sem uploadsO módulo não aceita imagens, PDFs, nomes de pacientes ou qualquer arquivo do usuário.
Memória limitadaO histórico fica no navegador, é compacto e podado automaticamente para impedir crescimento indefinido.
Payload validadoO JavaScript impõe teto de tamanho, valida o formato dos casos e interrompe carregamentos anormais.
Um caso por vezNenhum botão gera centenas de elementos ou loops automáticos; isso reduz CPU, memória e risco de congelamento em PCs fracos.
Sem rastreamento de respostasAcertos e casos vistos não são enviados à OFTALMOSERV. O histórico pode ser apagado pelo próprio estudante.

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