Como os conteúdos são construídos
A prioridade é combinar utilidade clínica, rastreabilidade de fonte e clareza sobre limites. Ferramentas de IA podem apoiar organização editorial e pesquisa de estrutura, mas não são tratadas como fonte científica; afirmações clínicas devem ser ancoradas em literatura verificável e a responsabilidade editorial permanece humana/institucional.
Hierarquia prática de fontes
- Diretrizes de sociedades e órgãos reconhecidos, preferencialmente versões recentes.
- Revisões sistemáticas e meta-análises, observando heterogeneidade e certeza da evidência.
- Ensaios e estudos prospectivos relevantes para perguntas específicas.
- Estudos observacionais e revisões narrativas quando a evidência de maior nível não existe.
- Material educacional secundário apenas para contextualização, não como base exclusiva de afirmações importantes.
Como lidamos com divergência
Quando estudos ou diretrizes divergem, o texto deve tornar a incerteza visível. A Academia evita converter associação em causalidade, biomarcador em regra de tratamento ou limiar de estudo em protocolo universal.
IA, busca e conteúdo médico
A OFTALMOSERV não cria páginas artificiais para cada variação de palavra-chave. Os textos são organizados por tópicos clínicos reais e escritos para leitura humana. Estrutura semântica, canonical, sitemap, dados estruturados e acessibilidade são usados para facilitar descoberta e compreensão por buscadores e assistentes, sem “schema secreto” ou arquivos especiais de IA.
Atualizações
Datas só devem ser alteradas quando houver revisão substantiva. Mudanças relevantes incluem nova diretriz, nova evidência que altere interpretação, correção de erro, expansão técnica significativa ou alteração do escopo.
Limites educacionais e segurança
A seção é destinada a profissionais e estudantes, mas não substitui treinamento supervisionado. Conteúdos de cirurgia e procedimentos priorizam indicação, interpretação, evidência, riscos e acompanhamento; não fornecem parâmetros de energia, técnica operatória detalhada, dose de medicamentos ou instruções para execução invasiva.
Metodologia específica do Atlas Clínico
Os módulos do Atlas utilizam casos autorais e esquemas sintéticos gerados por código. Nenhum esquema é apresentado como fotografia, OCT, campimetria, topografia ou outro exame de um paciente real. O objetivo é ensinar padrões de descrição e raciocínio, não reproduzir a aparência exata de um equipamento.
