Clínica de Oftalmologia em Ribeirão Preto e Cajuru – OFTALMOSERV
O olho seco é hoje uma das queixas mais frequentes nos consultórios de oftalmologia, especialmente em quem passa muitas horas em frente a telas, usa ar-condicionado ou realiza atividades que diminuem a frequência de piscadas. A sensação de areia nos olhos, ardência, vermelhidão e desconforto ao final do dia são sinais clássicos do problema.
As lágrimas são formadas por diferentes componentes que trabalham em conjunto para manter a superfície ocular saudável. Quando há desequilíbrio em alguma dessas camadas, o filme lacrimal se torna instável, provocando sintomas incômodos e, em casos mais avançados, até pequenas lesões na superfície da córnea.
O tratamento do olho seco vai além do uso eventual de colírios lubrificantes. Em muitos casos, é necessário ajustar o ambiente de trabalho, fazer pausas programadas para piscar e descansar a vista, cuidar da higiene das pálpebras e, quando indicado, utilizar medicamentos específicos para reduzir inflamação e melhorar a qualidade das lágrimas.
Na OFTALMOSERV, cada paciente é avaliado de forma global: profissão, rotina, uso de telas, doenças associadas e medicamentos em uso. Dessa forma, o plano de tratamento é personalizado, com orientações práticas e acompanhamento evolutivo, buscando não apenas aliviar os sintomas, mas também proteger a saúde ocular a longo prazo.
O que a evidência atual mostra
Hoje o olho seco é entendido como doença multifatorial da superfície ocular, relacionada à perda de homeostase do filme lacrimal. Isso explica por que dois pacientes com sintomas parecidos podem precisar de estratégias diferentes, envolvendo filme lacrimal, borda palpebral, glândulas de Meibômio, inflamação e fatores ambientais. [1] [2]
Síntese em linguagem para pacientes; não representa recomendação individual de tratamento.
Referências científicas e diretrizes
- Dry Eye Syndrome Preferred Practice Pattern®. Amescua G et al.; American Academy of Ophthalmology. Ophthalmology, 2024. DOI: 10.1016/j.ophtha.2023.12.041. Fonte.
- TFOS DEWS III: Management and Therapy. Jones L et al.; TFOS Collaborator Group. American Journal of Ophthalmology, 2025. DOI: 10.1016/j.ajo.2025.05.039. Fonte.
Referências selecionadas por relevância para o tema e atualidade. Diretrizes orientam boas práticas gerais e não substituem decisão clínica individual.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a avaliação presencial com o oftalmologista. Em caso de dúvidas ou sintomas, agende uma consulta na OFTALMOSERV em Ribeirão Preto ou Cajuru.