Receita: o plano de correção óptica
A receita registra a potência indicada para cada olho e, quando necessário, esfera, cilindro, eixo e adição. Ela é resultado da avaliação oftalmológica e não define sozinha a marca da lente ou a armação.
Alterar números da receita muda a correção e deve ser discutido com quem prescreveu.
Lente: a execução da receita
A lente precisa ser fabricada com a potência correta, no material e desenho escolhidos. Também deve ser montada respeitando medidas ópticas e posição na armação. Em multifocais, a altura de montagem ganha importância adicional.
Tratamentos como antirreflexo são características da lente, não do grau.
Armação: posicionamento, estabilidade e conforto
A armação sustenta as lentes e define distância, inclinação e posição diante dos olhos. Se escorrega, fica torta ou aperta de forma desigual, o centro óptico pode não permanecer onde foi planejado.
Ajustes mecânicos devem ser feitos pela ótica para que a armação fique estável e confortável.
Como descobrir onde está o problema
Se a receita funcionava no teste e o óculos novo não, confira especificações e montagem. Se a montagem está correta, pode ser necessário rever adaptação, escolha do desenho da lente ou condição clínica. O melhor caminho é investigar por etapas, sem presumir que qualquer desconforto seja “grau errado”.
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Perguntas frequentes
A armação pode alterar minha visão?
Ela não altera o grau, mas seu posicionamento pode influenciar como a lente fica diante dos olhos.
Uma lente correta pode ficar ruim em armação mal ajustada?
Sim, principalmente quando a posição muda de forma significativa ou em lentes sensíveis à centragem.
Receita define o tipo de antirreflexo?
Não. Tratamentos de superfície são escolhas adicionais da lente.
Quem ajusta a armação?
A ótica realiza ajustes mecânicos e de encaixe. Dúvidas sobre prescrição e saúde ocular são discutidas com o oftalmologista.